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Destaques, Eu Bem Melhor, Faz Bem Estar Bem, Isso é Vital 17 de março de 2016

Alimentação alcalina

Tem surgido uma série de novidades a respeito dos benefícios da água alcalina para saúde, mas o que ainda é pouco falado, é que existem muitos alimentos alcalinos que você pode comer, para tornar seu corpo menos ácido e aumentar seus níveis de pH.

Equilíbrio é a chave. E quando se trata de níveis de pH do nosso corpo, é a chave para a vida!

Por que devemos nos preocupar com o nível de pH no nosso corpo?

Bom, um corpo alcalino é muito mais saudável do que um corpo ácido, pois um alto nível de ácido no sangue nos torna suscetíveis a doenças, cansados e com maiores chances de piorar doenças crônicas, como alergias, diabetes e Síndrome do Intestino irritável.

pH = 0 » indica o máximo de acidez ou carga positiva

pH = 7,00 » indica a neutralidade

pH = 14 » significa o máximo de alcalinidade ou carga negativa

Um corpo muito alcalino significa:

  • pele mais clara
  • mais energia
  • clareza mental
  • ossos mais fortes
  • redução do risco de câncer
  • menos resfriados e doenças respiratórias
  • menos risco de desenvolver pedras nos rins

Uma dieta alcalina enfatiza alimentos alcalinos, como frutas inteiras, legumes e certos cereais integrais que tem baixa densidade calórica. Uma dieta rica em alimentos alcalinos envolve o equilíbrio ideal entre alimentos acidificantes e alcalinizantes.

O corpo possui uma série de sistemas em seus órgãos que são hábeis em neutralizar e eliminar o excesso de ácido do organismo, mas há um limite de quanto ácido um corpo saudável pode lidar com eficácia. O corpo é capaz de manter um equilíbrio ácido-alcalino desde que os órgãos estejam funcionando corretamente, que uma dieta alcalina bem equilibrada esteja sendo consumida, e que outros fatores de produção de ácidos, tais como o uso do tabaco, sejam evitados.

Quantas pessoas hoje seguem uma dieta saudável?

Nossa dieta padrão é altamente ácida, exige muito dos mecanismos do corpo para remover o excesso de ácido do organismo. Nossa dieta é repleta de alimentos como carnes, produtos lácteos, trigo e açúcar refinado, que tendem a aumentar a acidez no sangue. Ao mesmo tempo, a dieta é notavelmente deficiente em alimentos alcalinizantes como frutas e legumes.

A dieta alcalina reduz a carga de ácido, ajudando a reduzir a pressão sobre os sistemas de desintoxicação do organismo, tais como os rins.

Aqui está uma lista de alimentos alcalinizantes:

  • Legumes alcalinos: beterraba, brócolis, couve-flor, aipo, pepino, couve, alface, cebolas, ervilhas, pimentas, espinafre
  • Frutas alcalinas: banana, melão, uvas, abacaxi, limão, laranja, pêssego, pêra, melancia
  • Proteínas alcalinizantes: Amêndoas, castanhas, tofu
  • Especiarias alcalinizantes: canela, curry, gengibre, mostarda, sal do mar

Alimentos ácidos

  • Alimentos formadores de ácido incluem a maioria dos grãos, feijões, carnes, produtos lácteos, peixes, fast foods e alimentos processados.

Não faça o seu corpo trabalhar duro para manter o seu pH equilibrado

Quando comemos alimentos acidificantes, o nosso corpo traz o nosso pH do sangue de volta ao equilíbrio, liberando minerais ricos em alcalinizantes em nossa corrente sanguínea, como cálcio, fósforo e magnésio. Se comemos alimentos alcalinizantes suficientes diariamente,  nosso corpo tem acesso fácil a estes minerais para fazer o equilíbrio.

Se não está comendo alimentos alcalinizantes o suficiente, o corpo então tem de buscar esses importantes minerais dos nossos ossos, dentes e órgãos. Isso pode comprometer o nosso sistema imunológico, causar fadiga e tornar-nos vulneráveis a vírus e doenças.

Uma dieta balanceada

É aconselhável ter uma dieta de 60 a 80% de alimentos alcalinizantes e 20 a 40% de alimentos formadores de ácido.

Para os alimentos acidificantes, ignore os hambúrgueres de fast-food e alimentos processados. Em vez disso escolha opções mais saudáveis como feijão, grãos e outros alimentos frescos. Pesticidas tendem a ser formadores de ácido, procure escolher frutas e legumes orgânicos sempre que possível.

Tabelas ao alcance

Para auxiliar na dieta, existem tabelas de alimentos ácido-alcalinos, com a descrição dos alimentos, a sugestão é imprimir algumas delas e deixar sempre a vista:

Alimentos altamente  alcalinos

sal mineral, adoçante stévia, pepino, couve, salsa, coentro, algas marinhas, erva de trigo, cevada, semente de abóbora

Alimentos moderadamente           alcalinos                                                        

abacate, beterraba, brócolis, rabanete, aipo, tomate, cebola, pimentão, alface, repolho, pimenta cayena, gengibre, orégano, alho, tomilho, feijão branco, soja

Alimentos ligeiramente alcalinos

lentilha, farinha de soja, tofu, ervas aromáticas e a maioria das especiarias, azeite, óleo de abacate, óleo de coco, óleo de linhaça, óleo de fígado de bacalhau, coco, limão, quinoa, chicória, cenoura, couve-flor, abobrinha, nabo, berinjela, alcachofra, cebolinha, alho francês, espargo, repolho roxo, agrião, ervilha, ginseng

Alimentos altamente ácidos

Alimentos moderadamente ácidos

Alimentos ligeiramente ácidos

Bebidas alcoólicas Ketchup, maionese, sal Feijão preto, feijão frade, feijão vermelho, grão-de-bico, seitam
Café Manteiga, margarina Caril
Refrigerantes, suco de frutas Óleo de milho Óleo de girassol ou de grainha de uva
Alfarroba, cacau, chocolate Baunilha Tâmaras frescas, nectarinas, cerejas
Doces como geleias, sorvete, açúcar, mel ou adoçante Nozes Millet
Mostrada ou molho de soja Iogurte Leite de vaca, natas
Levedura Biscoitos Bebida de arroz e de soja
Vinagre Arroz, pão de trigo ou centeio, aveia, trigo, batata doce Avelãs, castanha do pará
Cevada, centeio, malte, milho Sementes de linhaça e de girassol
Carne de vaca, galinha ou porco
Ovo
Peixe e mariscos
Queijos
Caju, amendoim, pistache, frutas secas
Batata, cogumelos

Bom saber

  • Uma dieta alcalina pode ser especialmente benéfica para impulsionar a eficácia de certos tipos de tratamentos de quimioterapia. (Fonte)
  • Uma dieta altamente ácida cria um ambiente favorável para leveduras e fungos. Ao mudar para uma dieta mais alcalina, você perceberá que tem mais energia e que as infecções fúngicas crônicas começarão a desaparecer.

Destaques, Eu Bem Melhor, Faz Bem Estar Bem, Isso é Vital 15 de março de 2016

Alimentos anti-inflamatórios

Os médicos estão aprendendo que uma das melhores formas para dominar a inflamação não está no armário de remédios, mas na geladeira.

Seu sistema imunológico ataca qualquer coisa em seu corpo que reconhece como estranho, como um micro-organismo invasor, pólen de plantas ou químicas, e este processo é chamado de inflamação. Impulsos intermitentes de inflamação são dirigidos aos invasores verdadeiramente ameaçadores para proteger a sua saúde.

No entanto, por vezes a inflamação persiste dia após dia, mesmo quando você não está sendo ameaçado por um micro-organismo estranho. É nessa hora que a inflamação pode se tornar sua inimiga. Muitas doenças graves que nos afligem, incluindo câncer, doenças cardíacas, diabetes, artrite, depressão e Alzheimer têm sido associadas a inflamação crônica.

Uma das ferramentas mais poderosas para combater a inflamação não vem da farmácia, mas da mercearia. “Muitos estudos experimentais têm mostrado que alguns componentes de alimentos ou bebidas podem ter efeitos anti-inflamatórios,” diz o Dr. Frank Hu, professor de nutrição e epidemiologia do Departamento de Nutrição de Harvard.

Escolha os alimentos certos, e você será capaz de reduzir os riscos de doença, assim como se escolher os errados, você poderá acelerar o processo inflamatório.

Alimentos promotores de Inflamação

Tente evitar ou limitar esses alimentos, tanto quanto possível:

  • carboidratos refinados, como pão branco e doces
  • batatas fritas e outros alimentos fritos
  • refrigerantes e outras bebidas adoçadas com açúcar
  • carne vermelha (hambúrgueres, carnes) e carne processada (linguiça, salsicha)
  • margarina, gordura e banha de porco

Não surpreendentes, os mesmos alimentos que contribuem para a inflamação são geralmente considerados ruins para a nossa saúde, incluindo refrigerantes, carboidratos refinados, bem como a carne vermelha e carnes processadas.

“Alguns dos alimentos que têm sido associados com maior risco para doenças crônicas, como diabetes tipo 2 e doenças cardíacas também estão associados com a inflamação em excesso”, diz Dr. Hu. “Não é surpreendente, uma vez que a inflamação é um mecanismo subjacente importante para o desenvolvimento dessas doenças.”

Alimentos não saudáveis ​​também contribuem para o ganho de peso, o que em si é um fator de risco para a inflamação. No entanto, em vários estudos, mesmo depois que os pesquisadores levaram em conta a obesidade, a ligação entre alimentos e inflamação permaneceu, o que sugere o ganho de peso não é o único culpado. “Alguns dos componentes dos alimentos ou ingredientes podem ter efeitos independentes sobre a inflamação e acima de tudo, o aumento da ingestão calórica”, diz Dr. Hu.

Os alimentos que combatem à inflamação

Inclua com abundância esses alimentos anti-inflamatórios em sua dieta:

  • tomates
  • azeite
  • ômega 3
  • vegetais de folhas verdes, como espinafre, couve e couve chinesa
  • nozes, como amêndoas e castanhas
  • peixes ricos em gordura como o salmão, atum, sardinha e arenque
  • frutas, como morangos, amoras, cerejas, mirtilos e laranjas
  • especiarias como cravo, gengibre, alecrim, cúrcuma, orégano, tomilho e alho


Os alimentos anti-inflamatórios, por outro lado, são os alimentos que mostraram reduzir o risco de inflamação e com ela, doenças crônicas, diz o Dr. Hu. Ele observa, em particular frutas e legumes, como mirtilos, maçãs e folhas verdes, que são ricas em antioxidantes naturais e compostos polifenóis protetores, encontrados em plantas.

Estudos também têm associado as nozes a redução de inflamação, menor risco de doença cardiovascular e diabetes, assim como o ômega 3 de fonte animal auxilia a reduzir o processo inflamatório e estresse oxidativo.

Consumir alimentos anti-inflamatórios

Para reduzir os níveis de inflamação, em geral, siga uma dieta saudável. Se você está procurando um plano alimentar que siga de perto os princípios de uma alimentação anti-inflamatória, considere a dieta mediterrânea, que é rica em frutas, legumes, nozes, grãos integrais, peixes e gorduras boas.

Além de diminuir a inflamação, uma dieta mais natural e menos processada, ​​pode ter efeitos significativos sobre a sua saúde física e emocional. “Uma dieta saudável é benéfica não só para reduzir o risco de doenças crônicas, mas também para melhorar o humor e qualidade de vida em geral”, diz Dr. Hu.

Destaques, Eu Bem Melhor, Faz Bem Estar Bem, Isso é Vital 10 de março de 2016

Os surpreendentes benefícios de andar descalço

Andar descalço é como descobrir uma nova fonte de juventude. Quando nossos pés, joelhos, quadris e costas já não ficam mais sem dor, estamos mais propensos a ser ativos novamente. Você vai se sentir mais jovem, seu corpo vai agir como se estivesse mais jovem, e você vai ficar mais forte e mais ativo do que você já esteve há muitos anos! Sua mente se tornará mais nítida e sua concentração mais específica.

Andar descalço funciona como despertar uma luz, passo natural no corpo, através da mensagem que recebemos dos nossos pés tocando o chão. Há menos impacto e pressão do que quando calçados, andar descalço reaviva músculos que ficam atrofiados em nossos sapatos, desperta terminações nervosas e nosso sistema de equilíbrio, estimula pontos de reflexologia na parte inferior de nossos pés, e ainda tem benefícios anti-inflamatórios através do aterramento. Isso tudo significa um corpo mais forte, menos dor nas articulações, melhor postura, mais mobilidade, mais saúde e maior liberdade.

Aqui estão alguns dos principais benefícios para a saúde:

  • Maior equilíbrio

Ao sentir o chão, as pessoas começam a despertar o sistema vestibular (sistema de equilíbrio) do cérebro, estimulando novas conexões neurais e remapeamento de suas mentes para um maior equilíbrio. Para os idosos isso é fundamental, porque uma queda ou fratura do quadril pode levar a um declínio gradual na saúde.

  • Maior força

Ao andar com os pés descalços começamos a despertar novos músculos, tanto para o equilíbrio quanto apoio.

  • Pés mais saudáveis

O corpo trabalha sob o princípio use-o ou perca-o. Se você usa algo, você o mantém, se não usa, ele atrofia. Quando as pessoas começam a andar com os pés descalços, os pés despertam e começam a se fortalecer novamente.

  • Menos problemas para os pés

Conforme fortalecemos os pés, a fascite plantar diminui, neuromas do pé vão embora e as joanetes começam a se dissipar. Mesmo a artrite começa a se curar lentamente à medida que os pés desenvolvem mais força, flexibilidade e fluxo sanguíneo.

  • Maior circulação

Andar descalço não só acorda os músculos dormentes dos pés e pernas, como aumenta o fluxo de sangue para estas áreas. Este aumento do fluxo sanguíneo significa menos dores, menos varizes, os pés e  as pernas mais quentes no inverno.

  • Melhor postura

Pelo fato de andarmos sempre calçados, somos forçados a projetar nossos quadris para trás e para a frente, forçando nossas costas, parte superior das costas, ombros e pescoço para evitar possíveis quedas. Uma vez que estamos descalços, podemos começar a reverter isso. Ao sentir o chão, as terminações nervosas na parte inferior de nossos pés começam a nos enviar informações de equilíbrio. Além de melhor postura e equilíbrio, reduzimos muito todo o estresse e tensão em nosso corpo.

  • As crianças mais saudáveis

Saúde começa com os pés. A Associação Pediátrica Americana recomenda manter as crianças descalças o maior tempo possível, porque os sapatos enfraquecem e deformam os pés. Mantenha-os descalços e eles serão saudáveis! Não só isso, mas o ato de sentir o chão fortalece os seus sentidos e ajuda remapear o cérebro. De acordo com Dr. Merzenich, um dos maiores neuroplásticos do país, a estimulação de andar descalço ajuda a melhorar a memória, atenção, concentração e inteligência!

  • Diminuição da pressão arterial

Estudos mostram que, ao estimular as terminações nervosas na parte inferior dos pés, podemos diminuir a pressão arterial e a ação do cortisol. Em outras palavras, diminui o estresse e inflamação por todo o corpo.

  • Reduz a inflamação

Por último, mas não menos importante, andar descalço demonstrou reduzir a inflamação. De acordo com muitos estudos recentes, a inflamação é a causa número um de doenças no século 21 (doenças a de Alzheimer, artrite, autismo, câncer, doenças cardiovasculares, diabetes, asma, anemia, lúpus, esclerose múltipla, e todos relacionados com a inflamação). Uma solução possível pode ser o aterramento, o processo de redução da inflamação, caminhando, em pé ou mesmo sentado com os pés descalços no chão.

Estudos têm demonstrado que os radicais livres, agem nos responsáveis ​​pela inflamação transportando uma carga positiva. Embora essas partículas de carga positiva desempenhem um papel importante em nosso sistema imunológico – a resposta de cura, se não temos uma maneira de drená-las, elas se acumulam em nossos corpos, criando excesso de inflamação e danos em células e tecidos.

Enquanto isso, a terra naturalmente carrega uma carga negativa grande. Esta é a diferença de polaridade ou carga entre seu corpo e outro, é por isso que você leva choques no inverno, ao tocar em outro objeto. É a forma do seu corpo descarregar essa carga indesejada. O contato direto com o solo também nos permite descarregar os radicais livres.

  • Benefícios de reflexologia

Reflexologia é o processo de estimular nervos na parte inferior dos pés para estimular o sistema imunológico, reduzir a inflamação e dor, reduzir a pressão sanguínea, reduzir o stress e tensão, e para estimular a muitos outros processos de cicatrização do corpo. Estudos têm mostrado grandes benefícios de reflexologia em andar descalço e estimular as solas dos pés.

Destaques, Eu Bem Melhor, Isso é Vital 7 de março de 2016

Própolis , cuidado natural contra o Aedes aegypti

A própolis é uma cera produzida pelas abelhas a partir cascas, resinas e botões de flores, e é usada para proteger as colmeias, desinfetar o local onde a abelha-rainha coloca seus ovos e evitar a putrefação de outros insetos dentro do ambiente.

A própolis possui diversas propriedades biológicas e terapêuticas, entre elas estão as ações antimicrobiana, antifúngica, antiprotozoária, antioxidante, antiviral, cicatrizante, anestésica e anticariogênica.

Há 20 anos, o biólogo e Apiterapeuta Gilvan Barbosa Gama vem realizando estudos acerca da eficiência da própolis, e afirma que ela pode ser uma poderosa aliada contra mosquitos hematófagos, como o tão conhecido e temido Aedes aegypti, causador de doenças como a Dengue, Zica vírus e Chikungunya.

A pesquisa confirma que quem ingere diariamente a própolis, exala através do suor dois princípios ativos, flavona e vitamina B, substâncias que repelem, entre outros, o mosquito transmissor da dengue – Aedes aegypti.

O tratamento foi comprovado através de uma pesquisa que durou cinco anos na Amazônia. O pesquisador foi também agente da pesquisa, utilizando a própolis e afirma não ter contraído a malária.

Composição da Própolis

A própolis é uma cera produzida pelas abelhas a partir cascas, resinas e botões de flores. Sua composição: além das vitaminas do complexo B, C, H e O, a própolis também possui em sua composição flavonoides, galangina, resinas com bálsamo, cera e pólen.

Orientação de consumo

A própolis tem eficácia contra mosquitos hematófagos (inclusive Aedes), porém se trata de uma substância que deve ser ingerida constantemente para obter resultados, uma vez que se interrompe a sua ingestão, o “odor” dos flavonoides e da Vitamina B exalados pela pele que repelem naturalmente os mosquitos não mais existirão, com isso os riscos de picadas podem voltar a acontecer em áreas de infestação.

A dosagem aconselhada como repelente é:

Adultos: 40 gotas do extrato de própolis diluídas em meio copo d’água uma vez ao dia.

Esta dosagem poderá ser dividida em três etapas:
– 10 gotas ao acordar, 20 gotas no meio do dia, 10 gotas ao deitar.
Se a infestação de mosquitos for grande, podemos aumentar esta dosagem para 60 gotas, também divididas em três etapas.

Crianças até 10 anos: aconselha-se usar 1/4 do peso corporal em gotas também divididas em três etapas.

Com a patologia instalada recomenda-se usar:

Adultos: 7,5ml no primeiro pico febril,e repetir esta mesma dosagem mais três vezes a cada duas horas,até que 30ml do extrato tenham sido ingeridos.

Crianças: 04ml no pico febril e repetir a dosagem mais três vezes a cada 02 horas até que 12ml tenham sido ingeridos.

Para a prevenção com o Vital Real, a sugestão é:

Adultos:
1 cápsula ao se levantar
2 Cápsulas ao meio do dia
1 a noite (após o jantar)

Para crianças:
1 cápsula pela manhã
1 cápsula a noite

 

Confira algumas matérias que circulam na mídia:

 

Destaques, Eu Bem Melhor, Faz Bem Estar Bem, Isso é Vital 9 de fevereiro de 2016

Os benefícios do óleo de semente de abóbora no organismo

Óleo de semente de abóbora é um óleo verde escuro prensado a frio, a partir de sementes de abóbora em estado bruto, preservando suas propriedades nutricionais e seus benefícios para a saúde. Tem um sabor rico e agradável e é uma fonte potente de ácidos graxos benéficos e antioxidantes.

Aqui estão os benefícios do óleo de semente de abóbora para a saúde e algumas razões para ingeri-lo regularmente.

Óleo de Semente de Abóbora e BPH

A hiperplasia prostática benigna (BPH) é uma condição que afeta muitos homens ao redor do mundo, especialmente os homens com mais de 50 anos.

Acredita-se que a Hiperplasia Prostática Benigna se deve ao hormônio diidrotestosterona (DHT), que promove a proliferação de células da próstata. Isto resulta num aumento da glândula da próstata e pode levar a problemas como câncer e desconforto ao urinar.

O fitoesterol de beta-sitosterol é encontrado em concentrações significativas no óleo de sementes de abóbora e ajuda a bloquear os efeitos prejudiciais da DHT por inibição da sua conversão a partir da testosterona.

O óleo de semente de abóbora tem altos níveis de carotenoides antioxidantes, ácidos graxos ômega 9 e zinco, os quais podem ajudar a reduzir o risco de um homem desenvolver BPH. Um estudo mostrou diminuição dos sintomas e da dor em homens com hiperplasia benigna da próstata, que suplementavam com óleo de semente de abóbora – sem efeitos colaterais negativos. O óleo de semente de abóbora ainda auxilia da função da bexiga e da uretra, o que pode contribuir para o alívio dos sintomas da BPH.

Óleo de semente de abóbora e perda de cabelo

Acredita-se que tanto o aumento da próstata quanto a calvície masculina, são resultado – pelo menos em grande parte, de um excesso de produção de DHT (hormônio diidrotestosterona ). O  beta sitosterol, delta 7 esterina e compostos do óleo de semente de abóbora, reduzem o efeito da DHT nas células da próstata, e também podem ajudar a prevenir que ele tenha um efeito negativo sobre seus folículos pilosos.

Algumas pessoas até mesmo recomendam a aplicação de óleo de semente de abóbora diretamente no couro cabeludo por suas propriedades de bloqueio de DHT. Se você não quer seu cabelo verde, ingerir óleo de semente de abóbora em cápsulas pode ser muito mais agradável!

O tratamento da artrite

A ingestão do óleo de semente de abóbora beneficia as articulações e as cápsulas são um suplemento popular para o tratamento de dores artríticas. Os altos níveis de antioxidantes, ácidos graxos e outros compostos no óleo de semente de abóbora são muitas vezes utilizados para ajudar a reduzir a inflamação nas articulações para quem sofre de artrite.

Algumas pesquisas têm mostrado efeitos positivos do óleo de semente de abóbora sobre inflamação, os mesmos efeitos de um famoso remédio contra a artrite, porém sem os efeitos colaterais negativos, como elevados peróxidos lipídicos do fígado.

O colesterol e doença cardíaca

Óleo de semente de abóbora tem altos níveis de fitoesteróis, que ajudam a reduzir o colesterol LDL (o mau colesterol) diminuindo a sua absorção, quando ingerido antes das refeições.

Estudos realizados pelo Departamento de Medicina da Universidade de Washington, tem mostrado que altos níveis de fitoesteróis na dieta diminui significativamente a absorção de colesterol, e pode ser benéfica na redução do risco de uma pessoa ter doenças cardíacas.

Semente de abóbora e síndrome do Intestino Irritável

Óleo de sementes de abóbora também pode ajudar no tratamento do síndroma do intestino irritável. Acredita-se que o elevado teor de ácido graxo auxilia na redução da inflamação do trato gastrointestinal, e muitas pessoas relatam uma diminuição dos sintomas quando ingerem o óleo de sementes de abóbora regularmente.

Como se não bastassem todos esses benefícios, o óleo de semente de abóbora ainda contém:

Carotenoides, que atuam como antioxidantes, reguladores do sistema imune e previnem alguns tipos de cânceres e doenças cardiovasculares. Entre seus compostos, encontramos as xantofilas e os carotenos (como o β-caroteno, já conhecido por ajudar na manutenção do bronzeado), que se transformam em vitamina A no organismo.

A vitamina A é essencial para a saúde dos olhos: previne problemas de visão e a degeneração macular relacionada à idade (DMRI), doença genética que mais causa cegueira. Além disso, a vitamina A também atua no desenvolvimento e manutenção do tecido epitelial, conservação do dente e seu esmalte, na manutenção do bom estado do cabelo, nos órgãos reprodutivos e no crescimento e desenvolvimento dos ossos.

Zinco: presente em boas concentrações, previne a osteoporose, atrasando a deterioração da densidade mineral óssea. Auxilia também o sistema imunológico, aumentando a imunidade e a disposição.

Triptofano: o aminoácido tem efeitos calmantes e antidepressivos, além de estimular a produção de serotonina, promovendo uma boa noite de sono para quem o ingere.

Potássio: ajuda na prevenção e no tratamento da hipertensão.

Fitoesteróis: reduzem o índice de colesterol e triglicérides.

Magnésio: contribui com o bom funcionamento cerebral, na produção de energia para o corpo e no fortalecimento dos ossos, também podendo prevenir doenças como diabetes e algumas infecções.

vitalatman-produtoscropados-linhacompleta_r2_c14A Vital Âtman selecionou as melhores sementes e preparou o Óleo de semente de abóbora prensado a frio mais vitamina E em cápsulas, pensando na preservação da legitimidade e eficácia de seus bioativos, e o melhor para sua saúde!

Destaques, Eu Bem Melhor, Faz Bem Estar Bem, Isso é Vital 4 de fevereiro de 2016

Hábitos que te deixam mais feliz

Felicidade e saúde andam juntas – dizem os pesquisadores, que após estudos descobriram que pessoas felizes adoecem menos e são mais produtivas.

“Uma boa nutrição beneficia o corpo por dentro e por fora. Ela desempenha um papel fundamental na prevenção e gerenciamento de doenças crônicas, doenças que provocam excesso de peso e resfriados”, disse Melissa Wdowik, professora assistente no Departamento de Ciência dos Alimentos e Nutrição Humana da Universidade Estadual do Colorado.

“Tão importante quanto isso, comer saudavelmente aumenta a energia, melhora a autoestima, promove o humor e reduz o estresse. Tudo isso acabará por elevar a produtividade e reduzir os custos com cuidados de saúde.”

Existem alguns alimentos que contêm dentro de suas proteínas um aminoácido chamado triptofano, que é um precursor da serotonina, o hormônio da alegria.

Algumas pequenas mudanças nos hábitos diários podem fazer uma grande diferença:

1. Coma alimentos ricos em triptofano

O triptofano é um precursor da serotonina, e é encontrado em alimentos como frango, ovos, peixe, nozes, sementes de girassol, sementes de abóbora e o óleo de semente de abóbora.

Ovos também são ricos em triptofano – que fica diretamente envolvido na síntese de serotonina.

Frutas frescas, cereais integrais e leguminosas tem uma grande quantidade de fibras e são ideais para ajudar no tratamento de quadros de depressão e podem neutralizar a ansiedade.

Nozes, amêndoas, avelãs, têm triptofano na sua composição química.

2. Procure comer alimentos fermentados diariamente, como iogurte, leite cru e kefir

Estes alimentos ajudam a absorver os nutrientes necessários para a produção de serotonina e ajudam a manter seu intestino saudável – onde a maior parte da sua serotonina reside.

3. Evite açúcar

Açúcar dá uma satisfação temporária (pois provoca uma imediata liberação de serotonina), porém tem muitos efeitos negativos, incluindo atrapalhar as bactérias no seu intestino, que em última instância pode esgotar a sua serotonina.

4. Mova-se

Mover seu corpo aumenta a sua serotonina e outras endorfinas. É por isso que um exercício vigoroso que faz você suar, pode lhe dar uma enorme sensação de prazer, porém, mesmo uma curta caminhada pode melhorar significativamente o seu humor!

5. Tome um sol

Há muito tempo nos dizem para evitar o sol, mas o sol é um impulsionador da serotonina. É saudável obter um pouco de sol por dia, uma pequena dose diária é uma poderosa receita para uma boa saúde.

6. Faça ioga e meditação.

Estresse rouba sua serotonina, sua energia e sua saúde. Ioga e meditação acalmam o seu corpo e sua mente – impulsionam a sua serotonina e trás muitos outros efeitos positivos.

7. Durma bem e suficiente!

A qualidade do sono permite que seu corpo pare, repare e reequilibre. A maioria dos adultos precisam de sete a nove horas de sono por noite, e você terá o melhor sono se você deitar em seu travesseiro entre 22h00 e 23h00.

8. Faça uma massagem

Uma investigação descobriu que massagens podem aumentar a serotonina e dopamina, enquanto diminuem o hormônio do estresse, cortisol.

9. Passe um tempo com quem você ama

Compartilhar seu tempo e se divertir com quem você gosta eleva seus batimentos cardíacos, auxilia na produção de outros hormônios e faz tudo ficar melhor!

Claro, existem muitos outros impulsionadores de serotonina naturais –  desde chocolate amargo (que não incluímos aqui porque leva a maioria das pessoas a consumir açúcar, derrotando a finalidade), até ervas naturais e suplementos.

Todos nós podemos ser mais felizes se paramos de sempre associar serotonina com prescrição médica e começarmos a associá-la com as nossas escolhas de vida. Escolha saúde, a vitalidade é certa!

Destaques, Eu Bem Melhor, Faz Bem Estar Bem, Isso é Vital 26 de janeiro de 2016

Fontes de alimentos ricas em Ômega 3

São vários os tipos de gordura presentes nos alimentos, porém, nem toda gordura é ruim, pelo contrário, algumas delas são essenciais para o bom funcionamento do nosso organismo. Uma pequena porção na dieta pode ajudar o organismo a absorver determinados nutrientes.

O ômega 3 é uma dessas gorduras, é um “nutriente essencial” para a saúde. Em termos nutricionais, isso quer dizer que, apesar de ser um lipídio que precisa estar presente em nosso corpo para o seu bom funcionamento, o ômega 3 não é produzido por nosso organismo. Por isso, para uma saúde nutricional equilibrada, é fundamental alimentar-se de boas fontes de ômega 3.

Conheça algumas das fontes mais ricas de Ômega 3:

Alimentos mais saudáveis ​​do mundo

classificados como fontes de gorduras Ômega 3

Alimento

Porção Calorias Quantidade

(g)

VDR/VD

(%)

Classificação dos alimentos mais saudáveis

Sementes de Linhaça 2 colheres de sopa 74,8 3,19 133 excelente
Nozes 0,25 xícara 196,2 2,72 113 excelente
Sardinhas 90 g 188,7 1,46 61 muito
bom
Salmão 113 g 157,6 1,32 55 muito
bom
Couve de bruxelas 1 xícara 56,2 0,27 11 muito
bom
Couve flor 1 xícara 28,5 0,21 9 muito
bom
Camarão 113 g 134,9 0,34 14 bom
Brócolis 1 xícara 54,6 0,19 8 bom
Bacalhau 113 g 96,4 0,19 8 bom
Couve galega 1 xícara 62,7 0,18 8 bom
Espinafre 1 xícara 41,4 0,17 7 bom
Couve 1 xícara 36,4 0,13 5 bom
Vagem 1 xícara 43,8 0,11 5 bom
Nabo 1 xícara 28,8 0,09 4 bom
Couve – china 1 xícara 20,4 0,07 3 bom

*Referência: 1 xícara = 250 ml

As principais fontes de ômega 3 EPA e DHA são os peixes de águas frias e profundas, como salmão, sardinha e arenque. Sementes de linhaça e chia, nozes também são opções para incluir o ômega 3, do tipo ALA, na alimentação. O ômega 6 (LA) é encontrado principalmente nos óleos vegetais, como milho, soja e girassol e o ácido araquidônico (AA) em carnes vermelhas.*Referência: 1 xícara = 250 ml

O óleo de semente de linhaça extraído a frio é a principal fonte de ácido alfa linolênico, e é também o alimento que tem maior concentração de ALA.
A segunda fonte com maior concentração de ômega 3 (EPA e DHA), é o óleo de peixe de águas frias e profundas, seguido por sementes de linhaça, nozes e sardinhas.

Como escolher um bom ômega 3?

Pesquise sempre a idoneidade da fonte, opte por indústrias que sejam referência na integridade do método de extração de produtos naturais, 100% a frio, que se preocupem em preservar a legitimidade e eficácia do bioativos dos produtos.

O óleo de linhaça deve ser extraído de suas sementes por compressão a frio, fato que preserva sua atividade funcional, pois é o único método de extração que garante um óleo 100% puro e natural.

Para ser uma boa matéria-prima para a fabricação de Óleo de Peixe rico em Ômega 3, é necessário que o peixe seja de origem marinha, de águas frias e profundas. Várias espécies de peixes podem ser utilizadas, entre elas o salmão, arenque, atum e sardinha.

Os óleos de peixe são extraídos na forma de triglicérides (TG) e etil éster (EE). EE’s são formados ao se unir óleo de peixe cru e etanol de alta pureza em um processo chamado esterificação. Esses etil esteres podem ser, então, utilizados para concentrar o EPA e o DHA presentes no óleo de peixe cru, utilizando-se diversos processos. As formas concentradas de EPA e DHA podem, então, ser consumidas como etil ésteres ou ser convertidas para a forma de triglicérides.

12544863_1031942560181014_746027745_oPortanto, para uma dieta nutritiva e cheia de saúde, é essencial que saibamos escolher alimentos que contêm o tipo certo de gordura, substituindo frituras e alimentos industriais por gorduras saudáveis e essenciais para o nosso organismo.

 


12517104_1031942516847685_1363211944_oCom a correria do dia a dia e muitas vezes a não disponibilidade de dieta balanceada, acabamos ficando deficientes em ômega 3.

Pensando em você, desenvolvemos o Lin Fish mix composto de óleo de peixes marinhos, livre de metais pesados, e óleo de linhaça. Apresenta uma formulação exclusiva com maior concentração dos três tipos de ômega 3 encontrados na natureza:de DHA, EPA + ALA (ácido
alfa linolênico).

 

Destaques, Eu Bem Melhor, Faz Bem Estar Bem, Isso é Vital 22 de janeiro de 2016

A importância do equilíbrio Ômega 3 / Ômega 6

A gordura, em suas mais variadas formas, é responsável por aproximadamente 25 a 30% do peso corpóreo adulto normal, e nosso cérebro – o mais frágil de todos os órgãos – contém um percentual ainda maior dessa substância, aproximadamente 60%.
A gordura funciona como um cobertor sob a pele, acolchoa nossos órgãos vitais, armazena energia e serve como estrutura básica para todos os tecidos vivos.

Os adultos precisam de determinadas gorduras para o reparo tecidual e como componentes básicos nos processos químicos dos quais dependem a energia, o metabolismo, a reprodução e, por fim, a sobrevivência.

O fato de o leite materno ser rico em determinadas gorduras essenciais – principalmente no ácido gama linolênico e em seus parentes biológicos próximos – nos dá uma pista quanto aos tipos de gordura mais importantes.

Ômega 3 / Ômega 6

Os ácidos Ômega 3 e Ômega 6 (ácido alfa linolênico, ALA) são chamados de ácidos graxos poli-insaturados porque eles têm muitas ligações duplas (poli = muitos).
Nosso corpo não tem as enzimas para produzi-los e, portanto, temos de obtê-los a partir de nossa dieta. Se não os obtemos através da alimentação, ficamos sujeitos a desenvolver uma deficiência e adoecer. É por isso que eles são chamados de ácidos graxos “essenciais”.

No entanto, esses ácidos graxos são diferentes da maioria das outras gorduras. Eles não são simplesmente usados ​​para energia, são biologicamente ativos e têm papéis importantes em processos como a coagulação do sangue e a inflamação.

Um fato importante: ômega 3 e ômega 6 não têm os mesmos efeitos! O Ômega 6, embora seja um importante nutriente para o organismo, quando consumido em excesso e havendo um desequilíbrio com o ômega 3, acaba se tornando pró inflamatório, enquanto ômega 3 favorece a ação do sistema imunológico e têm um efeito anti-inflamatório.

A inflamação é essencial para a nossa sobrevivência pois ajuda a proteger o corpo contra infecções e lesões, mas também pode causar danos graves e contribuem para a doença quando a resposta inflamatória é inadequada ou excessiva.
Na verdade, o excesso de inflamação pode ser um dos principais condutores das doenças mais graves que tratamos hoje, incluindo doenças cardíacas, síndrome metabólica, diabetes, artrite, Alzheimer, muitos tipos de câncer, etc.

É preciso haver um equilíbrio!

Hoje, a maioria das pessoas estão consumindo ácidos graxos ômega 6 em excesso, enquanto o consumo de alimentos ricos em ômega 3 é mais baixo que nunca.

Os ácidos graxos ômega 3 e ômega 6 competem pelas mesmas enzimas durante as reações de dessaturação e alongamento da cadeia carbônica, influenciando o produto final desses ácidos graxos. Apesar de essas enzimas terem maior afinidade pelos ácidos ômega 3, a conversão do ácido alfa linolênico (pertencente à família ômega 3) em ácido eicosapentaenoico (EPA) e docosahexaenoico (DHA) é fortemente influenciada pelos níveis de ácido linoleico (pertencente à família ômega 6) na dieta. Portanto, uma maior ingestão de ácidos graxos ômega-6 prejudica os processos metabólicos do ômega 3, reduzindo o seu papel biológico.

O aumento na ingestão de ácido linoleico leva à oxidação de LDL colesterol (lipoproteína de baixa densidade), agregação de plaquetas e interfere na incorporação de EPA e DHA nos fosfolipídios da membrana celular. Os ácidos graxos ômega 3, EPA e DHA, desempenham um papel fundamental na composição das membranas celulares, regulam processos de sinalização celular e expressão de genes, incluindo genes anti-inflamatórios. Estudos sugerem que o EPA e DHA estão relacionados com a prevenção de diversas doenças crônicas, como doenças coronárias, diabetes, artrite, câncer, osteoporose, Alzheimer, entre outras.

Qual a Ratio (Proporção) ideal entre Ômega 3 / Ômega 6 ?

Pesquisas apontam que as dietas ocidentais têm, em média, uma razão ômega 6 x ômega 3 em torno de 10 a 20:1. Várias recomendações têm sido estabelecidas por autores e órgãos de saúde de diferentes países sobre a razão ideal de ômega 6 e ômega 3. Países como Alemanha e Suécia estabeleceram a razão 5:1, enquanto que no Japão essa recomendação é mais rigorosa, sendo de 2:1. A Food and Agriculture Organization (FAO) é menos exigente e estabelece uma recomendação de 5-10:1.

As recomendações da razão ômega 3 x ômega 6, entretanto, causam controvérsias, pois existem diferentes ácidos graxos que representam as famílias ômega 3 e ômega 6. Assim, alguns autores sugerem que deve haver uma recomendação individual de consumo para cada um desses ácidos graxos.

ALA, EPA, DHA

ALA, EPA, DHA todos desempenham papéis importantes em apoio da nossa saúde. No entanto, suas funções são um pouco diferentes.

Ácido alfa linolênico (ALA)

Uma grande quantidade de ALA é por vezes utilizada estritamente para fins energéticos. Nossos corpos podem pegar ALA e usá-lo para produzir energia para nossas células. Em algumas situações, a maior parte do ALA que consome é utilizada desta forma. ALA também é o principal bloco de construção para a EPA e DHA. Nossa imunidade, sistema inflamatório, cardiovascular e nervoso simplesmente não podem funcionar corretamente sem quantidades suficientes de EPA e DHA. Quando não temos ALA suficiente, não temos o suficiente EPA e DHA (a menos que você coma alimentos que os contêm). Então ALA tem um papel fundamental a desempenhar na saúde de muitos sistemas do corpo como o alicerce fundamental para o EPA e DHA.

Existem basicamente duas funções metabólicas importantes para a dieta ALA, a primeira é a conversão do ALA em fonte de energia.
A segunda é que partir do ALA, o corpo produz EPA  e a partir deste produz DHA.

Ácido eicosapentaenóico (EPA)

O funcionamento adequado do nosso sistema inflamatório depende da presença de moléculas transmissoras chamadas prostaglandinas. Muitas destas prostaglandinas produzidas a partir do EPA. Igualmente importante, a maior parte das prostaglandinas produzidas a partir de EPA tendem a ter efeito anti-inflamatório. Portanto, o risco de inflamação excessiva e doença relacionada com inflamação pode ser diminuído através do consumo de alimentos ricos em EPA.

Ácido docosahexaenóico (DHA)

O bom funcionamento do nosso sistema nervoso, depende da presença de DHA, que é particularmente importante para a função cerebral. O nosso cérebro é composto por 60% de gordura, e 15 a 20% de toda a gordura no cérebro é DHA. Se juntarmos esses dois fatos, chegamos à seguinte conclusão: DHA representa 9-12% do peso total do nosso cérebro!

Deficiências de DHA no sistema nervoso têm sido associados com uma ampla variedade de problemas, incluindo as doenças neurodegenerativas como a doença de Parkinson, problemas cognitivos, incluindo a capacidade de raciocínio em crianças e a gravidade da esclerose múltipla.

Boas fontes de DHA são os peixes e algas. Assim seria se todos os peixes que comemos se alimentassem apenas de outros peixes, plâncton e algas. O que acontece com mais frequência nos dias de hoje é consumirmos peixes que foram alimentados com rações ricas em ômega 6 e por isso, não adquirimos o ômega 3 desejado.

Uma correta ingestão de alimentos com DHA (peixe, algas) e a compensação com a suplementação deve ser ponderada por todos aqueles que procuram um cérebro ativo e uma memória exemplar ao longo de toda a vida.

Se quiser saber mais sobre os alimentos ricos em ômega 3, acompanhe nosso próximo post!

Destaques, Eu Bem Melhor, Faz Bem Estar Bem, Isso é Vital 19 de janeiro de 2016

Para que serve o Ômega 3?

Embora seja um assunto muito comentado, muitos ainda não conhecem o Ômega 3, não sabem para que serve, nem quais são seus benefícios.

O corpo humano é capaz de produzir a maioria das gorduras que necessita, porém para um melhor funcionamento, precisa também de outras gorduras. Este é o caso de ômega 3 (ácidos graxos) que são gorduras essenciais – o corpo não pode produzi-lo, e deve ser obtido a partir de alimentos. Os alimentos ricos em ômega 3 incluem peixes, óleos vegetais, nozes, sementes de linhaça, óleo de linhaça, chia e vegetais folhosos. Mas não é só isso!  A quantidade ingerida através dos alimentos muitas vezes não é suficiente, sendo necessário assim o uso de um bom suplemento alimentar.

O que é o Ômega 3?

O ômega 3 é um ácido graxo poli-insaturado, com nutrientes fundamentais para o seu corpo.

É composto por 3 gorduras: o ALA (ácido alfa linolênico) encontrado em sementes, como linhaça, chia, nozes, castanhas e hortaliças verdes (como couve e brócolis) e os presentes principalmente no óleo de peixe: O EPA (ácido eicosapentaenóico)  E O DHA (docosahexaenóico).

Para que serve?

O que torna o ácido graxo ômega 3 especial?

Além de ser considerado uma gordura boa, ele é parte integrante das membranas celulares por todo o corpo e afeta a função dos receptores de células nestas membranas. Eles fornecem o ponto de partida para a produção de hormônios que regulam a coagulação sanguínea, contração e relaxamento das paredes das artérias, e inflamações. Eles também se ligam a receptores em células que regulam a função genética. Devido a estes efeitos, os ácidos graxos ômega 3 são utilizados para ajudar a prevenir doenças cardíacas e derrames, podem ajudar a controlar o lúpus, eczema, e artrite reumatoide, e podem desempenhar funções de prevenção do câncer e outras doenças. Outra curiosidade: 60% do cérebro humano é composto por gordura, sabia?

Quais são os benefícios?

Ômega 3 trabalha de diversas maneiras no nosso corpo:

  • Coração – Ele ajuda a prevenir arritmias, auxilia na redução de placas de gordura no interior das paredes das artérias, na diminuição da coagulação do sangue, na redução dos triglicerídeos (gordura no sangue), no aumento do HDL (colesterol bom) e diminuição da inflamação.
  • Cérebro Os ácidos graxos são necessários para o ótimo funcionamento dos neurônios, proteção das células, prevenção da morte das células e melhora da transmissão nervosa. Pesquisas apontam que o ômega 3 pode aumentar os níveis de serotonina e dopamina – produtos químicos do cérebro, diminuindo a depressão e violência. O ômega 3 pode ajudar a proteger contra a doença de Alzheimer e demência, e tem um efeito positivo sobre a perda de memória associada ao envelhecimento gradual. Estudos comprovam que o ômega 3 auxilia também na concentração!
  • Ossos –  densidade óssea pode também ser melhorada pela ingestão de ômega 3.
    Segundo Bruce Watkins professor de nutrição na Universidade de Purdue “A osteoporose é menor em populações que comem mais peixe (marinhos, de águas profundas) como os asiáticos, quando comparado aos europeus que comem mais alimentos que contenham cálcio”.
  • Pele – a pele também pode se beneficiar do ômega 3. Os estudos de laboratório descobriram que o ômega 3 suprime a hiper proliferação de células da pele, que causa a psoríase. Quando os pesquisadores testaram o impacto de ômega 3 em pessoas com psoríase, após 10 semanas, 60% dos indivíduos experimentaram uma diminuição na área da pele afetada pela doença e uma diminuição na proliferação celular e inflamação da pele. O Ômega 3 com seus ácidos graxos vitais e com propriedades anti-inflamatórias, auxilia também no tratamento e prevenção de doenças de pele como acne e alergias. A ingestão de ômega 3 está associada ao risco reduzido de câncer de pele, pois sua ingestão mantém a imunidade alta mesmo após exposição aos raios UV. Os ácidos graxos podem atuar como hidratantes naturais que revitalizam a pele seca de dentro para fora, proporcionando uma pele saudável e bonita.
  • Gravidez – ômega 3 se mostra essencial para um melhor desenvolvimento visual e neurológico do bebê. No entanto, a dieta ocidental padrão é gravemente deficiente nestes nutrientes críticos. Esta deficiência alimentar é agravada pelo fato de que as mulheres grávidas se esgotam em ômega 3, porque o feto o utiliza para o desenvolvimento de sistema nervoso.
    Ômega 3 também é utilizado após o nascimento para produção de leite materno. Com cada gravidez subsequente, as mães são ainda mais exauridas. A pesquisa confirmou que a adição de EPA e DHA à dieta de mulheres grávidas tem um efeito positivo no desenvolvimento visual e cognitivo do bebê. Os estudos mostraram também que um maior consumo de ômega 3 pode reduzir o risco de alergias em crianças. Os ácidos graxos ômega 3 têm efeitos positivos sobre a própria gravidez. O aumento da ingestão de EPA e DHA tem se mostrado positivo para prevenir o trabalho de parto precoce e diminuir o risco de pré-eclampsia. A deficiência de ômega 3 também aumenta o risco de depressão pós parto.
  • Lúpus – os ácidos graxos auxiliam no processo anti-inflamatório das células,  podem ajudar a reduzir a atividade da doença e melhorar a função dos vasos.
  • Emagrecimento – O ômega 3 ativa uma proteína celular chamada PPAR-gama. Acelerada, ela melhora a atuação da insulina nas células, facilitando sua tarefa de converter açúcar em energia. Ele regula os níveis de leptina, favorecendo ainda mais o controle do apetite. Em resumo, embora economizar nas calorias ajude a emagrecer de qualquer maneira, o ômega 3 é essencial para regular a queima dos depósitos gordurosos e a fome, o que evita ataques à geladeira e potencializa a eliminação de medidas.
  • O ômega 3 pode ainda ajudar a prevenir diabetes tipo 2 e melhorar os efeitos da diabetes através da redução da resistência à insulina.
  • Os EUA Food and Drug Administration aprovaram recentemente ômega 3 para as fórmulas infantis por causa da esmagadora evidência de que ele melhora a cognição e o desempenho visual em crianças. (O leite materno fornece naturalmente, especialmente quando a mãe come regularmente peixe proveniente de águas marinhas profundas, tais como salmão, arenque, atum e sardinha.)
  • Doenças inflamatórias tais como artrite reumatoide, colite ulcerativa e doença de Crohn também podem melhorar com a suplementação de ômega 3.

Para escolher um bom Ômega 3, devemos levar em conta que para ter um papel nutricionalmente funcional, deve ser extraído a frio.
Os ômegas derivados de peixe, devem ser provenientes de peixes marinhos de águas frias e profundas, e livre de metais pesados.

Quer saber mais sobre o Ômega 3? Acompanhe nossos próximos posts!

Destaques 3 de agosto de 2015

Descubra os benefícios do orégano para a saúde

O orégano é uma das ervas mais presentes na nossa cozinha. Mas, você sabia que, além do delicioso aroma, o orégano pode conter benefícios para a saúde, como propriedades antibacterianas, antimicóticas e antivirais, podendo até prevenir desconfortos causados pela candidíase?

O nome “orégano” provém do grego “origanum”, que significa “alegria da montanha”, fazendo referência ao aspecto e aroma agradável da planta que era utilizada como apertivo, tônico e até mesmo como desinfetante de feridas. Na antiga Roma, o orégano era conhecido como portador da felicidade e da paz, pois era muito utilizado para ornamentar as casas das famílias.

Uma forma bastante comum de explorar os benefícios do orégano para a saúde é consumir o óleo essencial dessa planta – o óleo essencial se obtém por meio da destilação com vapor de água das plantas frescas ou dessecadas.

Entre as principais propriedades biológicas do óleo de orégano destacam-se as atividades antibacteriana, antimicótica e antiviral. Um estudo demonstrou que o orégano demonstra uma excelente atividade fungicida para controlar as bactérias, como a Helicobacter pylori, uma bactéria que pode ser encontrada no estômago de pacientes que sofrem de gastrite crônica.

Outro benefício que o óleo de orégano pode proporcionar à saúde está em sua capacidade de inibir a proliferação de fungos como o Candida albicans, responsável pela candidíase, doença que causa muito desconforto às mulheres, e pela proliferação de micro-organismos indesejáveis que causam incômodo intestinal, prisão de ventre, dores abdominais, entre outros.

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