Cupom 15% OFF
Procurando categoria

Faz Bem Estar Bem

Eu Bem Melhor, Faz Bem Estar Bem, Isso é Vital 19 de julho de 2016

Alimentação e inflamação, compreenda essa relação

Os alimentos que você ingere podem ajudar a manter a resposta inflamatória do seu corpo sob controle e evitar doenças crônicas.

Com as doenças autoimunes em ascensão, cada vez mais os estudos têm dado atenção à ligação entre elas e a inflamação, que tem causado inúmeras mortes nos últimos anos. A boa notícia é que os estudos têm focado nas diversas formas de inflamações aparentes no corpo e em como elas podem ser controladas.

O que é a inflamação?

Algum nível de inflamação no corpo é essencial, pois é um componente chave de resposta do sistema imunológico contra invasores. O sistema imunológico envia células brancas do sangue e outros mensageiros químicos para proteger o corpo contra ameaças tais como agentes patogênicos. A inflamação refere-se ao efeito amigável que ocorre durante este processo.
A diferença entre a inflamação que protege o seu corpo e a “inflamação disfuncional” (o tipo causador de doenças), é que neste segundo tipo, as células brancas do sangue e outros compostos não diminuem quando a ameaça é extinta. Seu sistema imunológico permanece em exaustão, os revestimentos das células sanguíneas são corroídos, os tecidos saudáveis são danificados, e preparados para “receber” as doenças crônicas.

“Se a resposta inflamatória fosse desligada, não teríamos sistema imunológico para nos proteger contra vírus, bactérias, agentes patogênicos, parasitas e câncer”, diz o Dr. Katz, médico PhD e autor do livro “À prova de doenças: A verdade notável sobre o que nos faz bem”. “Nós não viveríamos muito tempo. Precisamos da inflamação para sobreviver. Mas se o nosso sistema imunológico não funciona adequadamente, a inflamação pode nos matar.” diz o médico. Sua pesquisa mostra que a inflamação está ligada a algumas das principais causas de morte nos Estados Unidos, incluindo doenças cardíacas, derrame e câncer, bem como a obesidade, diabetes e demência. Hoje em dia, até 50 milhões de americanos estão afetados por doenças autoimunes tais como artrite reumatoide, lúpus, esclerose múltipla, e síndrome do intestino irritável.

O que causa a inflamação?

Uma série de fatores no ambiente em que vivemos e em nosso cotidiano podem levar à inflamação excessiva. Cigarros, poluição, falta de atividade física, obesidade, sono inadequado, estresse e até mesmo a solidão podem debilitar seu sistema imunológico. A alimentação é um dos fatores que mais causam a inflamação, assim como, é também o melhor caminho para curá-la.
“A alimentação é o material de construção das células brancas do sangue, mensageiros químicos e hormônios,” diz o Dr. Katz. “Certos elementos encontrados nos alimentos podem ser usados para gerar compostos inflamatórios, e certos elementos podem gerar compostos anti-inflamatórios. Se você tem um desequilíbrio em sua dieta, você vai ter um desequilíbrio também no resultado dela. “

O que você pode comer para combater a inflamação?

Assim como a inflamação não é inerentemente boa ou má, o Dr. Katz destaca que, quando falamos de alimentação, não é necessário concentrar-se em bons ou maus alimentos. “As pessoas têm uma tendência a começar uma dieta com fervor religioso”, diz ele. “Mas tudo depende do contexto, é uma questão de equilíbrio.” Por exemplo, sabemos que alimentos ricos em ácidos graxos ômega 3 são anti-inflamatórios.
Pesquisadores de Harvard descobriram que o nosso corpo converte os ácidos graxos ômega 3 em compostos que provocam uma espécie de desligamento no processo inflamatório. Mas isso não significa que você deve devorá-los. “Além de serem anti-inflamatórios, os ácidos graxos ômega 3 quando consumidos em níveis extremamente elevados, podem inibir as plaquetas e evitar a coagulação.”
Para nós, no entanto, consumir mais ômega 3 faz sentido, porque vivemos em um mundo onde ácidos graxos ômega 6 (promotores de inflamação) são encontrados com frequência em alimentos como frituras e industrializados. Minimizando o consumo desses alimentos e ingerindo mais opções de alimentos ricos em ômega 3, como sardinha, salmão, atum, arenque, linhaça e nozes, ou suplementando com suplementos de boa qualidade e isentos de metais tóxicos, já estaremos colaborando com o equilíbrio do nosso organismo e um sistema imunológico saudável.

“Nada precisa ser eliminado”, diz Dr. Katz. “Meu conselho pessoal é que você coma alimentos saudáveis. Se você conseguir manter uma dieta composta de alimentos nutritivos, como frutas, legumes, cereais integrais, feijões, lentilhas, óleos vegetais, peixes, carnes e ovos, você acaba recebendo os nutrientes que precisa para manter a inflamação sob controle. “Também sobra pouco espaço para itens inflamatórios como gorduras saturadas e amido refinado. Mas, se você ingeri-los de vez em quando, seu corpo já estará preparado para afastar os compostos causadores da inflamação, graças aos nutrientes que compõem a maior parte da sua dieta.

Para Dr. Katz, uma referência de dieta saudável baseia-se em muitos dos alimentos encontrados em uma dieta de estilo mediterrâneo. “Seguir este tipo de dieta pode reduzir riscos de inflamações e consequentemente, riscos de doenças.” diz ele. Em um estudo publicado na revista Blood, pesquisadores encontraram uma associação entre dieta mediterrânea e níveis mais baixos de plaquetas e glóbulos brancos. Outras pesquisas têm atribuído a dieta mediterrânea à uma diminuição do risco de doença de Alzheimer, diabetes, acidente vascular cerebral, ataque cardíaco, doença arterial coronariana, e muito mais.

O papel do Ômega 3 na inflamação
Os ácidos graxos ômega 3 atuam como inibidores de substâncias químicas produzidas naturalmente pelo organismo humano durante um processo inflamatório. Eles possuem ação anti-inflamatória, ao reduzir a síntese de derivados do ácido araquidônico: prostaglandina, tromboxano A2, prostaciclina e leucotrieno B4. A suplementação com ácido graxo ômega 3 pode ser valiosa, principalmente na abordagem de doenças que exijam tratamento crônico com anti-inflamatórios.

“Controlar a inflamação através da dieta pode ser bastante simples”, diz Dr. Katz. “O consumo de alimentos saudáveis juntamente com a prática de exercícios, dormir o suficiente e passar tempo com as pessoas que amamos, é a fórmula para viver uma vida mais longa. As pessoas que vivem dessa forma não são apenas saudáveis, elas são também mais felizes. No final, o equilíbrio é o que vai fazer você chegar lá.”

Eu Bem Melhor, Faz Bem Estar Bem, Isso é Vital 14 de julho de 2016

Você sabia que o óleo de semente de abóbora pode auxiliar na calvície masculina?

Acredita-se que tanto o aumento da próstata quanto a calvície masculina, são resultado – pelo menos em grande parte, de um excesso de produção de DHT (hormônio diidrotestosterona). O beta sitosterol, delta 7 esterina e compostos do óleo de semente de abóbora, reduzem o efeito da DHT nas células da próstata, e também podem ajudar a prevenir que ele tenha um efeito negativo sobre seus folículos pilosos, evitando assim a perda de cabelos.

A nutricionista Alessandra Goettems vai explicar como isso é possível.

 

Destaques, Eu Bem Melhor, Faz Bem Estar Bem 12 de julho de 2016

6 boas razões para dedicar um dia à sua saúde mental

Lembre-se: Você não é um robô.

Todo mundo fica exausto de trabalhar muito – e você não é exceção. É aí que um dia dedicado ao descanso da mente pode te resgatar.
Pesquisas mostram que está cada vez mais difícil as pessoas tirarem férias, porém há tantos benefícios em passar um dia fora do escritório!

Se está difícil tirar férias, apenas um dia de descanso para sua mente pode ser muito eficiente e saudável. Abaixo estão algumas “desculpas saudáveis” ​​para tirar um dia de folga apenas para si mesmo:

  1. Ajuda diminuir o estresse

Inúmeras horas de trabalho juntamente com as longas listas de afazeres são o suficiente para fazer alguém se sentir exausto. O trabalho é uma das principais causas de estresse e pode se tornar um problema sério se não for tratado adequadamente, razão pela qual é recomendado tirar um dia para si mesmo se você está se sentindo mais sobrecarregado que o habitual.

Se você sempre se sente ansioso ou nervoso quando está indo trabalhar, é sinal de que precisa de um dia de higiene mental.

  1. Você pode explorar o seu próprio bairro

Quando foi a última vez que você parou para apreciar a beleza do lugar onde vive? Com o dia de folga, sua agenda tem espaço para que você possa fazê-lo. Você pode conferir uma feira local, passar alguns momentos no parque mais próximo – seu humor melhorará durante o passeio. Faça o que fizer, faça da experiência uma aventura.

  1. Você vai ser mais produtivo quando voltar

Os dias de folga são como o oxigênio para o cérebro. Você está dando à sua mente a chance de descomprimir, o que pode ajudar a aumentar a produtividade e criatividade em longo prazo. Em outras palavras, você está essencialmente ajudando a sua empresa, tendo um dia de folga!

  1. Você pode finalmente resolver sua lista de afazeres

Não, não aqueles que estão sobre a sua mesa. A sua lista pessoal. Você estava querendo limpar a sala de estar? Doar aqueles livros e roupas que estão separados há meses? Experimentar um novo local para almoçar? Visitar sua nutricionista e colocar a dieta em dia?  Agora é a hora de fazê-lo. Quando os afazeres pessoais estão acumulados, temos impressão de que a energia não flui, fica estagnada. E isso acaba ocupando espaço em nossos pensamentos, podendo atrapalhar até mesmo o desempenho no trabalho.

Dando-se a oportunidade de recuperar o atraso em prazeres pessoais lhe permitirá retornar à sua mesa de trabalho em um melhor estado de espírito.

  1. Você pode tirar algumas horas de sono muito necessárias

Não há dúvidas sobre isso: O sono é um potencializador de desempenho. Uma maneira de obtê-lo? Um dia de folga.
Alguns especialistas concordam que um dia de trabalho ideal seria começar às 10 horas, para que os funcionários possam dormir e estar em um ritmo mais produtivo, mas se isso não acontecer tão cedo, um dia de saúde mental pode ajudar a aliviar um pouco a exaustão. Tire algum tempo para descansar (sestas ajudam!) e voltar ao trabalho bem acordado e pronto para conquistar suas tarefas.

  1. Você vai se sentir renovado quando acabar.

E por fim, os dias de saúde mental permitem que você se desligue e se reoriente – e isso pode torná-lo um funcionário mais feliz e mais saudável. Claro que os dias de saúde mental não são a cura para todos os males, mas eles são pausas agradáveis e podem te dar a oportunidade de carregar suas baterias.

Nós não sabemos o que você faz para ganhar a vida, mas sabemos que uma hora ou outra você precisa de uma pausa. Escute seu corpo, dê um descanso para sua mente e volte melhor e mais disposto! Viver bem é Vital!

Eu Bem Melhor, Faz Bem Estar Bem, Isso é Vital 7 de julho de 2016

Você sabia que protetor celular é tão importante quanto o protetor solar?

É bem provável  que em um dia maravilhoso de sol, você lembre com facilidade de passar seu protetor solar nos horários adequados, certo?

E hoje a nutricionista Alessandra Goettems vai falar a respeito do seu PROTETOR CELULAR, que é uma fusão de vitaminas que protegem o organismo pela ação antioxidante.

Consulte seu nutricionista e esteja sempre protegido!

Eu Bem Melhor, Faz Bem Estar Bem, Isso é Vital 5 de julho de 2016

Tratamentos naturais para Psoríase

Fonte: www.drrondo.com

O texto abaixo é do renomado Dr. Rondó. Ele é  médico, Cirurgião Vascular com ampla expertise em medicina preventiva e alta performance. Especializou-se em Terapias Antioxidantes pelo The Robert W. Bradford Institute, nos EUA, e no Regenerations Zentrum Dr. Kleanthous Embh (Heideberg), na Alemanha. Graduado pela Faculdade de Santo Amaro em 1983. É membro e diplomado pelo American College of Advancement in Medicine. Possui vários artigos publicados em revistas médicas, além de livros com temas relacionados à nutrição, medicina preventiva e esportiva.

Para nós da Vital Âtman, a prevenção e a informação são Vitais.

“Hoje venho falar para você sobre uma doença que não tem cura, mas que pode ser tratada para controlar os sintomas: a Psoríase. Como sempre, cuidar da nutrição é uma excelente medida. Quer saber como? Já vou te contar. Mas, primeiro, vamos falar um pouco desse problema e do tratamento convencional.

A Psoríase é um distúrbio de pele que afeta mais de 1 em cada 100 pessoas. As lesões se desenvolvem na forma de placas, que atingem principalmente a área dos olhos, unhas e articulações. Outras partes do corpo também podem ser atingidas, o que costuma acontecer em pequenas manifestações. Essas lesões resultam de uma produção excessiva de uma proteína chamada queratina, e é uma resposta inflamatória na pele. As placas podem ser de diferentes tamanhos, forma e severidade, podendo inclusive, ser dolorosas.

Tratamento convencional

O tratamento básico inclui aplicações tópicas de esteroides ou outras medicações, terapia com luz ultravioleta, e nos casos mais severos, administração interna de drogas poderosas, como o Metotrexate. Nenhum destes tratamentos cura a Psoríase, mas frequentemente mantêm o problema sob controle.

Terapia nutricional

Como já falei no caso do tratamento convencional, não há uma terapia que seja 100% eficiente. Ainda assim, a terapia nutricional pode ser útil. Vejo, em minha experiência, que a imensa maioria dos pacientes responde bem ao tratamento nutricional, sendo frequente a atenuação das manifestações e maior intervalo entre crises. Em alguns casos consegue se ter manifestações bem frustradas, mas só sob estresse intenso.

O primeiro passo é a desintoxicação. Deve-se checar a presença de metais pesados no organismo, em especial o mercúrio, que tem bastante relação com o problema. Em caso positivo, é hora de fazer um programa de desintoxicação específica para metais pesados, além de retirada de amálgamas dentários.

Paralelamente, a reeducação alimentar é muito importante; devemos retirar alimentos refinados, industrializados e açúcar da dieta. Só assim pode-se conseguir melhora significativa.  Além disso, como a Psoríase tem grande relação com irritantes e alergênicos, sempre aconselho um teste de alergia alimentar e ambiental.

Suplementos nutricionais

Há alguns suplementos nutricionais que atuam na melhora dos quadros de Psoríase de diversas formas. Veja quais são eles:

  • Ômega 3:  os estudos mostram que o óleo de peixe pode produzir melhoras nos indivíduos com Psoríase. Como o óleo reduz o processo inflamatório, promove-se a reparação tecidual. 
  • Vitamina D: age inibindo a proliferação celular. Estudos têm mostrado resultados consistentemente positivos.
  • Ácido Fólico: o uso de ácido fólico em associação com vitamina C pode promover a inibição da xantina oxidase, enzima envolvida na produção de ácido úrico. O Alopurinol, uma medicação usada para inibir a xantina oxidase, mostra-se efetivo no tratamento da Psoríase. 
  • Antioxidantes: o uso de antioxidantes têm se mostrado um suporte importante, já que as lesões agem como resposta inflamatória, gerando muita oxidação. O mesmo vale para os casos onde há presença de mercúrio – que é altamente oxidativo – apresentando melhoras bem significativas. 
  • Probióticos: há um crescente número de pesquisas sugerindo que pessoas com desequilíbrio de flora intestinal têm maior tendência a desenvolver condições de pele como eczemas. O uso de probióticos diminui ou até mesmo elimina o problema. 
  • Enzimas digestivas: o uso de enzimas digestivas vai melhorar a digestão e rapidamente melhorar também a condição da pele. Essas enzimas não apenas digerem melhor os alimentos, mas, se usadas entre as refeições, digerem proteínas causadoras de irritação ou outras condições inflamatórias.


Conclusão:

A Psoríase continua sendo um distúrbio confuso, cujos resultados dos tratamentos são imprevisíveis. Porém, há casos – e não são poucos! – em que o paciente responde muito bem às terapias nutricionais.

Na minha experiência, observo que os melhores resultados ocorrem nos casos em que há obturações de amálgamas, quando faz-se a remoção e desintoxicação do mercúrio de forma adequada. Tudo isso, associado à terapia nutricional, tem grandes chances de resultado de remissão do problema.”

 

Referências bibliográficas:

  • Cutis, August 1994;54:117-118
  • The Central African Journal of Medicine, Submitted 1990;Paper Presented at the 4th Immunodermatology Symposium, September 21-23, 1989, Amsterdam, The Netherlands
  • The Journal of the British Dental Association, September 11, 1993;175(5):149.
  • The Lancet, May 4, 1991;337:1103
  • American Journal of Psychotherapy, October 1989;18(4):575-587.
  • The British Journal of Dermatology. 2012;166(3):505-510.
  • Am J Clin Nutr June 2007
  • JAMA Dermatology January 7, 2015

Eu Bem Melhor, Faz Bem Estar Bem 30 de junho de 2016

Nutrição, indispensável para melhorar os sintomas do Lúpus

Não há alimentos que causem ou possam curar o Lúpus. Ainda assim, uma boa nutrição é uma parte importante de um plano de tratamento para a doença.

Em geral, as pessoas com lúpus devem manter uma dieta bem equilibrada, que inclui a abundância de frutas, legumes e grãos integrais. Ela também deve incluir quantidades moderadas de carnes, aves e peixes ricos em gorduras boas.

Se você tem lúpus, seguindo uma dieta variada e saudável, poderá:

  • Reduzir a inflamação e outros sintomas que causam dores
  • Manter os ossos e músculos fortes
  • Combater os efeitos colaterais de medicamentos
  • Alcançar ou manter um peso saudável
  • Reduzir o risco de doença cardíaca

Aqui está o que você precisa saber sobre o lúpus, dieta e nutrição para obter esses benefícios importantes.

Redução da inflamação e de outros sintomas

O lúpus é uma doença que causa inflamação, portanto, é possível que os alimentos que combatem a inflamação possam ajudar a reduzir e amenizar seus sintomas. Por outro lado, os alimentos pró inflamatórios podem agravar a doença.

Alimentos com possíveis propriedades anti-inflamatórias incluem frutas e legumes, que são ricos em antioxidantes. Além disso, os alimentos que contêm ácidos graxos ômega 3, como peixes de águas frias e profundas (salmão, atum, sardinha, arenque), nozes, óleo de linhaça e azeite de oliva também podem ajudar a combater a inflamação.

As gorduras saturadas, por outro lado, podem aumentar os níveis de colesterol – o que pode contribuir para a inflamação, dessa forma, elas devem ser limitadas. Fontes de gorduras saturadas incluem alimentos fritos, assados industrializados, sopas cremosas, molhos, carne vermelha, gordura animal, produtos de carnes processadas e laticínios ricos em gordura (que inclui leite integral, semidesnatado, queijos, manteiga e sorvete).

Manutenção de ossos fortes e músculos

Uma boa nutrição é importante para manter os ossos e músculos fortes! Para as pessoas com lúpus, a saúde óssea é uma preocupação à parte. Isso porque os medicamentos utilizados para tratar o Lúpus podem aumentar o risco de osteoporose, uma doença em que os ossos se tornam menos densos e quebram com facilidade.
Ingerir alimentos ricos em cálcio e vitamina D é muito importante para a saúde óssea.

Reduzir os efeitos colaterais dos medicamentos

Uma dieta rica em cálcio e vitamina D pode ajudar a neutralizar os efeitos prejudiciais dos  corticosteroides nos ossos.

A dieta também pode ser útil no combate a outros efeitos colaterais dos remédios, por exemplo, uma dieta baixa em sódio pode ajudar a reduzir a retenção de líquidos e diminuir a pressão arterial, que pode ser elevada com a utilização de corticosteroides.

Uma dieta rica em ácido fólico, como o encontrado em vegetais de folhas verdes escuras, frutas, pães enriquecidos e cereais, é importante se estiver usando metotrexato. Para náusea causada por medicamentos, comer pequenas refeições em menores intervalos de tempo e ingerir alimentos fáceis de digerir são alternativas que podem ajudar a suavizar esse sintoma.

Ajudando a alcançar ou manter um peso saudável

Lúpus pode causar rápida perda e ganho de peso, portanto, comer corretamente para atingir um peso saudável é importante.

Perda de peso e falta de apetite é comum entre as pessoas recentemente diagnosticadas com lúpus e podem resultar da própria doença. Isso também pode ser efeito de medicamentos que causam dor de estômago ou feridas na boca. O ganho de peso pode ser o resultado de inatividade ou causado pelos corticosteroides utilizados para controlar a doença.

Se a perda ou ganho de peso é um problema, é importante falar com o seu médico ou nutricionista. Eles poderão avaliar sua dieta e sugerir um programa para ajudar a controlar o seu peso de forma saudável. O programa incluirá provavelmente uma dieta com baixo teor calórico e a prática exercícios, de acordo com suas necessidades e estilo de vida.

A redução do risco de doença cardíaca

Pessoas com lúpus têm maior risco de doença cardíaca em comparação com a população em geral, e isso faz com que uma boa dieta seja imprescindível para uma boa saúde do coração.
Se você tem fatores de risco para doenças cardíacas – incluindo pressão arterial elevada ou alto nível de colesterol, uma dieta de baixo teor de gordura e a prática de exercícios podem ajudar.

Uma pesquisa mostrou que os ácidos graxos ômega 3, além de auxiliar na redução da inflamação e consequente melhora das dores articulares, podem melhorar alguns fatores de risco de doenças cardíacas como altos níveis de triglicérides e pressão arterial. Os alimentos ricos em ácidos graxos ômega 3 incluem:

  • Salmão
  • sardinhas
  • cavalinha
  • anchova
  • arenque
  • atum
  • semente de linhaça moída
  • nozes
  • óleo de nozes, óleo de peixe e óleo de linhaça

Na impossibilidade de encontrar estes alimentos ricos em Ômega 3 para auxiliar na dieta, existe um suplemento alimentar a base de óleo de peixe concentrado e óleo de linhaça: o LinFish 33/22. Ele possui os três tipos de ômega 3 encontrados na natureza: DHA, EPA e ALA. É indicado para pessoas que necessitam de doses mais elevadas de ômega 3.

Seja se alimentando ou suplementando, o importante mesmo é nunca deixar de se cuidar! Qualidade de vida muitas vezes tem base em uma boa nutrição.

Eu Bem Melhor, Faz Bem Estar Bem, Isso é Vital 30 de junho de 2016

Você sabia que a atividade física intensa pode ocasionar um envelhecimento precoce?

Calma, vamos explicar melhor! Exercícios intensos, como corridas de maratonas, fazem aumentar a produção de radicais livres, que são responsáveis pelo envelhecimento!

Durante uma atividade física precisamos de uma quantidade maior de oxigênio e este pode ficar acumulado no nosso organismo, causando prejuízos. Mas existe um fator de compensação, pois as pessoas que praticam atividades físicas produzem mais substâncias antioxidantes em repouso!

A nutricionista Alessandra Goettems vai explicar um pouco mais sobre como a nutrição é importante para reverter esse processo.

css.php