Os cabelos desempenham um papel muito importante na aparência e na autoestima das pessoas.

Tanto é que existem milhares de produtos e técnicas para deixá-los mais bonitos e até recuperá-los em caso de queda.  Se esse é o seu caso, que tal verificar como anda o suprimento de vitaminas do seu corpo? Muitas delas podem devolver o brilho, força e até ajudar a interromper a queda dos fios.

Nesse contexto as vitaminas trabalham para corrigir a raiz do problema, como regular seus níveis de hormônio ou combater o estresse oxidativo que aumenta com a idade.

Além disso, algumas vitaminas possuem propriedades antioxidantes que ajudam a combater os fatores externos da queda de cabelo, e outras ajudam o corpo a equilibrar os níveis hormonais, outro fator que impede o crescimento do cabelo.

Então, antes de tentar um tratamento caro ou demorado, que tal verificar se você está obtendo a quantidade ideal de vitaminas que seu corpo precisa?

Veja como obtê-las:

1 – Óleo De Peixe

Óleos ricos em diferentes espécies de ácidos graxos têm sido amplamente utilizados em estudos em animais e humanos para avaliar os efeitos sobre a saúde da pele e do cabelo. Os ácidos graxos ômega 3 nutrem o cabelo, sustentam o espessamento dos fios e reduzem a inflamação que pode levar à perda de cabelo.

Um estudo publicado no “Journal of Cosmetic Dermatology” avaliou os efeitos de uma suplementação de seis meses com ômega-3, ômega-6 e antioxidantes na queda de cabelo. No estudo comparativo, randomizado, 120 indivíduos saudáveis do sexo feminino com perda de cabelo padrão feminino participaram.

Após seis meses de tratamento 89,9% dos participantes relataram uma redução na perda de cabelo, bem como uma melhoria no diâmetro dos fios.

2 – Vitamina do Complexo B (Biotina e B5)

A biotina e ácido pantotênico (vitamina B5) têm sido utilizados como tratamentos alternativos para queda de cabelo. A biotina reconstrói as escamas do cabelo que foram danificadas pela lavagem excessiva, pela exposição ao sol, pela secagem e pela chapinha. A vitamina B5 melhora as funções das glândulas suprarrenais, o que ajuda a estimular o crescimento do cabelo.

Um estudo publicado no “British Journal of Dermatology” examinou a capacidade de uma combinação de pantenol (análogo de álcool do ácido pantotênico), em afetar o diâmetro e o comportamento das fibras capilares. O tratamento aumentou significativamente o diâmetro das fibras do couro cabeludo, engrossou as fibras capilares e aumentou a flexibilidade, dando aos cabelos melhor capacidade de resistir à força sem quebrar.

3 – Vitamina D3

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Os folículos capilares são altamente sensíveis aos hormônios, e a vitamina D3 é um hormônio que desempenha um papel importante na homeostase do cálcio, na regulação imunológica e na diferenciação do crescimento celular.

De acordo com pesquisadores da Universidade de Medicina da Coréia do Sul, a alopecia areata (perda de cabelos) é comumente encontrada em pacientes com deficiência de vitamina D3, raquitismo resistente à vitamina D3 ou mutação no receptor da vitamina D3.

Pesquisas sugerem que níveis insuficientes de vitamina D foram implicados em uma variedade de doenças autoimunes, incluindo a alopecia areata.

Os pesquisadores do Departamento de Dermatologia do Hospital de Istambul, na Turquia, concluíram que os pacientes com alopecia areata por deficiência de vitamina D3 têm a possibilidade de suplementação dessa substância.

4 – Zinco

Compostos orais de zinco têm sido usados há décadas para o tratamento de distúrbios como o eflúvio telógeno e alopecia areata, que são condições que causam a perda de cabelo. Isso porque o zinco beneficia a saúde do folículo piloso pois é essencial para múltiplas enzimas envolvidas no processo de crescimento dos fios.

O zinco também é um potente inibidor da regressão do folículo piloso e acelera a recuperação dos folículos pilosos. Estudos sugerem que alguns pacientes com alopecia areata têm deficiência de zinco, e a terapia oral com sulfato de zinco serve como um tratamento eficaz.

Um estudo publicado na revista “Annals of Dermatology” avaliou os efeitos terapêuticos da suplementação de zinco oral por 12 semanas em 15 pacientes com alopecia areata que tinham baixos níveis séricos de zinco.

A suplementação oral de gluconato de zinco (50 miligramas) foi administrada a pacientes com alopecia areata sem qualquer outro tratamento. Os níveis séricos de zinco foram medidos antes e após a suplementação com zinco e, em seguida, uma escala de quatro pontos de crescimento do pelo foi usada para avaliar o efeito terapêutico.

Após a terapia, os níveis séricos de zinco aumentaram significativamente, e efeitos terapêuticos positivos foram observados em nove dos 15 pacientes.

Os pesquisadores concluíram que a suplementação de zinco precisa ser dada aos pacientes com alopecia areata que têm um nível baixo de zinco, e pode até se tornar uma terapia coadjuvante para pacientes que não experimentaram resultados ao usar métodos terapêuticos tradicionais.

5 – Vitamina C

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Evidências experimentais sugerem que o estresse oxidativo desempenha um papel importante no processo de envelhecimento. Espécies reativas de oxigênio ou radicais livres são moléculas altamente reativas que podem danificar diretamente membranas estruturais celulares, lipídios, proteínas e DNA.

Com a idade, a produção de radicais livres aumenta e a quantidade de enzimas antioxidantes que defendem o corpo diminui, levando ao dano das estruturas celulares e ao envelhecimento dos cabelos. Trabalhando como um antioxidante, a vitamina C combate o estresse oxidativo que contribui para o envelhecimento dos cabelos e a queda de cabelo. Essa foi a conclusão de pesquisadores da Universidade de Zurique, na Suíça.

6 – Ferro

Estudos do Departamento de Dermatologia de Cleveland (EUA), examinaram a relação entre deficiência de ferro e perda de cabelo. Eles sugerem que a deficiência de ferro pode estar relacionada à alopecia areata, alopecia androgenética, eflúvio telógeno e perda capilar difusa.

Já os pesquisadores da Universidade de Ciências Médicas de Teerã, no Irã, estudaram a relação entre os níveis de ferro no corpo e os diferentes tipos de perda de cabelo.

Eles realizaram um estudo para avaliar se a perda difusa de cabelo em mulheres entre 15 e 45 anos está associada à deficiência de ferro

Eles descobriram que das nove pacientes com anemia por deficiência de ferro, oito tinham perda de cabelo.

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