Se você que está lendo essa publicação é uma mulher, provavelmente, pelo menos uma vez na vida, já sentiu os sintomas da famosa TPM (Tensão Pré-Menstural) e, dependendo da sua idade, já pode até estar experimentando os da menopausa. Para a maioria das mulheres, os sintomas dessas duas importantes fases da vida não são agradáveis e, lidar com eles no dia a dia, pode se tornar um grande desafio.

Saber que produtos fornecidos pela natureza podem ajudar a minimizar esses sintomas é motivo de grande alegria para quem precisa conviver com eles, não é mesmo? A linhaça e a borragem são dois desses produtos naturais.

Por isso, vamos nos aprofundar no que são, de fato, a TPM e a menopausa e como o óleo de linhaça e o óleo de borragem podem ajudar no alívio dos sintomas causados por elas!

Síndrome da Tensão Pré-Menstrual

A TPM é caracterizada por alterações psíquicas e físicas que podem até comprometer a vida familiar, profissional e social das mulheres que sofrem com ela. De acordo com alguns autores, cerca de 70% das mulheres desenvolvem sintomas emocionais e físicos com diferentes graus de intensidade. (1)

Esses sintomas surgem entre 10 e 14 dias antes do início da menstruação e, assim que a ela chega, eles vão desaparecendo. Acredita que mais de 150 sintomas já foram catalogados em relação à TPM? Muitos, não é mesmo?! (1)

Entre os sintomas relatados estão: (1)

– ansiedade;

– irritabilidade ou nervosismo;

– edema;

– dores abdominais;

– mastalgia (dores nos seios);

– ganho de peso;

– cefaleia (dores de cabeça);

– aumento de apetite;

– fadiga;

– palpitação;

– tremores;

– sintomas depressivos;

– insônia;

– choro fácil;

– esquecimento;

– confusão e outros.

Se identificou com alguns?

Algumas evidências apontam que mudanças de humor presentes na TPM podem estar associadas a alterações cíclicas de atividade serotoninérgica (responsável pelo humor e apetite) do sistema nervoso central.

As causas da TPM são diversas e complexas! Podem envolver alterações em hormônios ovarianos, neurotransmissores, no sistema endócrino e outros. Mulheres que desenvolvem sintomas severos relacionados à TPM podem ser diagnosticadas como portadoras de Distúrbios Disfóricos Pré-Menstruais (DDPM). (1)

Como podemos perceber, sem dúvidas, os sintomas da tensão pré-menstrual podem dificultar o dia a dia de uma mulher, afetando sua produtividade e qualidade de vida.

A boa notícia é que a nutrição feminina, cada vez mais, ganha destaque nesta pauta por meio de descobertas de alimentos e suplementos que podem modular as alterações presentes em diferentes fases da vida da mulher, como na TPM e até na menopausa. (2)

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Menopausa: quem é você?

De uma maneira bem simples, essa fase condiz com a interrupção fisiológica dos ciclos menstruais devido ao fim da secreção hormonal dos ovários. A definição da menopausa, segundo a Organização Mundial de Saúde (1996 apud FERREIRA, 2013):

É a fase da vida da mulher que cessa a capacidade reprodutiva. Os ovários deixam de funcionar e a produção de esteroides e peptídeo hormonal diminui e consequentemente se produzem no organismo diversas mudanças fisiológicas. Quando se aproxima da menopausa, muitas mulheres experimentam certos sintomas, em geral, passageiros e inócuos, porém não menos desagradáveis e às vezes incapacitantes. (3)

Alguns sintomas mais comuns na menopausa: (3)

– sensações repentinas de calor que passam pelo corpo devido à expansão dos vasos sanguíneos;

– queimação e prurido vaginal (coceira);

– infecções urinárias e vaginais;

– disfunção urinária;

– lentidão na excitação sexual;

– dor durante as relações;

– falta de lubrificação;

– dores musculares e articulares;

– dores de cabeça;

– insônia;

– fadiga e outros.

Além desses sintomas desagradáveis, a redução do estrogênio durante a menopausa pode favorecer o surgimento da obesidade central, que é o aumento da gordura visceral, facilitando o desenvolvimento de alterações metabólicas, o que pode aumentar o risco cardiovascular e outras complicações como as dislipidemias, que modificam o metabolismo lipídico, desencadeando alterações no colesterol total, triglicerídeos e lipoproteínas plasmáticas.(4)

Finalmente, vamos falar sobre como o óleo de borragem e a linhaça entram nessa conversa?

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A ação do óleo de borragem na saúde da mulher

Desde a antiguidade, plantas são usadas para diversas finalidades, e a medicinal é uma delas. Seja para prevenção ou para o tratamento de certas doenças, as propriedades terapêuticas de algumas plantas foram descobertas e passadas de geração a geração. Relatos de literatura apontam que, em alguns casos, se utilizados corretamente, medicamentos fitoterápicos podem apresentar efeitos terapêuticos até superiores que medicamentos convencionais. (1)

A Borago officinalis, L é uma planta pertencente à família Boraginaceae, originada no mediterrâneo e sul da Europa. O óleo extraído dessa planta é a parte utilizada para fins medicinais. Chamamos de óleo de borragem. Trata-se de um produto rico em ácido gamalipolênico (GLA) que atua de maneira importante na síntese de prostaglandinas que possuem propriedades anti-inflamatórias e imunorreguladoras. Segundo estudos, o uso contínuo do óleo de borragem pode ajudar no tratamento dos sintomas da TPM, agindo principalmente na mastalgia (dor no seio) e nas famosas cólicas abdominais. (1,2)

Além disso, os ácidos graxos essenciais do óleo de borragem podem atuar na modulação da resposta inflamatória e na proliferação celular, auxiliando no tratamento de doenças como artrite reumatoide, dermatite atópica, neuropatia diabética e dislipidemias. (2)

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Linhaça e menopausa

Devido às características quimioprotetoras, cardioprotetoras, anticarcinogênicas, antioxidantes e por agir como um hormônio agonista ou antagonista, parecido com a molécula de estrogênio, a semente de linhaça despertou interesse científico para a realização de estudos mais aprofundados relacionando o seu consumo em mulheres em período de menopausa e pós-menopausa. (4)

O ômega-3, ácido graxo poli-insaturado, consiste em mais de 50% das gorduras totais presentes na semente de linhaça e pode proteger contra doenças cardiovasculares e até diminuir os níveis de colesterol e triglicerídeos que, como citamos anteriormente, podem aumentar na menopausa. (4)

O uso da suplementação da linhaça na menopausa tem sido associado aos benefícios dos níveis lipídico, prevenção cardíaca e melhora dos sintomas das ondas de calor, conhecidos como fogachos. (4)

Além disso, estudos apontam que a suplementação com semente de linhaça pode aumentar os níveis dos hormônios sexuais nessa fase fisiológica e diminuir os riscos de doenças cardiovasculares de câncer de mama. (4)

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Vital Flór: um suplemento criado especialmente para as mulheres!

Cientes do quanto os sintomas que abordamos neste texto podem prejudicar a sua qualidade de vida, nós desenvolvemos um suplemento para promover a leveza e a liberdade que você, mulher, merece!

Ele é feito com uma fórmula exclusiva, prensado a frio e isento de metais tóxicos e é composto por óleo de linhaça, óleo de borragem, óleo de peixe, vitamina D, magnésio e cálcio.

Consulte um especialista e entenda como inserir esses produtos no seu dia a dia!

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FONTES:
  1. SANTOS, Tainá; LOPES, Gisely Cristiny. Tensão pré-menstrual (TPM): fitoterapia baseada em evidências. Revistas UNINGÁ Review. Maringá, v. 24, n. 3 p. 139-145, 2015. Disponível em <http://revista.uninga.br/index.php/uningareviews/article/view/1707/1316>. Acesso em 18 set. 2020.
  1. E4 Agência. 7º MBNE – Meeting Brasileiro de Nutrição Estética. Eficácia Comprovada dos óleos de borragem e prímula na saúde da mulher. Disponível em <https://nutricaoesteticabrasil.com.br/eficacia-comprovada-dos-oleos-de-borragem-e-primula-na-saude-da-mulher/>. Acesso em 18 set. 2020.
  1. FERREIRA, Vanessa Nolasco et al. Menopausa: marco biopsicossocial do envelhecimento feminino. Psicologia & Sociedade. Juiz de Fora, v. 25, n. 2, p. 410-419, 2013. Disponível em <https://www.scielo.br/pdf/psoc/v25n2/18.pdf>. Acesso em 18 set. 2020.
  1. GUERRA, Thais R. Bessa; BOAVENTURA, Gilson Teles. Consumo de fitoestógeno linhaça e níveis lipídicos na menopausa: o que há de evidência? Rev. Aten. Saúde. São Caetano do Sul, v. 14, n. 49, p. 92-97, 2016. Disponível em <https://www.researchgate.net/publication/312343518_Consumo_de_fitoestrogeno_linhaca_e_niveis_lipidicos_na_menopausa_o_que_ha_de_evidencia>. Acesso em 18 set. 2020.